quarta-feira, 4 de setembro de 2013

FANTASIAS SEXUAIS




Há dois anos, eu e meu marido entregamos nossa vida a Cristo. O problema é que ele tem determinadas fantasias sexuais que me deixam confusa. Meu marido pede que eu me vista como algumas personagens mundanas (ex. Tiazinha, Feiticeira, etc.) Não sei até que ponto isso é pecado. Que devo fazer?
Resposta
Criar “fantasias” acerca de uma mulher que não é a esposa, é “lascívia” e segundo o que Jesus disse é equivalente a prática do adultério (Mt. 5:28). Mesmo na hora da maior intimidade, a Bíblica diz que devemos manter os pensamentos puros (Fl. 4:8) e levando-os cativo a obediência de Cristo (2 Co. 10:5). Nunca se esqueça de que a mente é a porta de entrada que dá para o coração e emoções. Se você agasalhar pensamentos impuros e lascivos, eles o farão sentir lascivo. “Por que assim como (o homem) imagina em sua alma, assim ele é”. (Pv. 23:7) Na pratica das “fantasias” a pessoa pode estar “usando” o cônjuge em vez de “amá-lo”, e ao mesmo tempo cria expectativas irreais. Nem sempre por que alguma coisa é estimulante, significa que seja certo usa-la.
O homem é excitado pelo que vê e a mulher mais pelo toque e através do que ouve, foi Deus quem os fez assim. A mulher sábia sempre deve vestir-se da melhor maneira possível na sua intimidade, para realizar seu marido no ato sexual, porém, sem extrapolar os limites do bom senso e os princípios da Palavra de Deus.

REVIGORE A SUA VIDA SEXUAL



Para que os dois estejam preparados para enfrentar as tentações, cada um deve cumprir com seu papel quanto ao ato conjugal, como convém aos filhos de Deus. (I Coríntios 7.2-5). Busquem a realização mútua, vivam a plenitude dessa bênção sexual.
"Nem sempre o problema está no instrumento. Às
vezes, é o músico que não tem habilidade".
"Por melhor que seja o instrumento, se estiver desafinado,
não será possível extrair dele um som agradável. Assim são as mulheres,
podem ser bonitas, ter um corpo exuberante e
ser inteligentes, porém,  se, emocionalmente, estiverem
desafinadas, o relacionamento sexual não será com
qualidade".
"Como podemos ter intimidade se não somos íntimos?"
"O ato conjugal entre um casal cristão que se ama é como o encontro das águas de um rio que andou quilômetros para achar o seu mar. A fonte do rio é o amor, e a água do mar, a realização".
(Marlene Guerrato)
O você que acha de um casal que se relaciona sexualmente uma vez no inverno, outra no verão, outra na primavera e outra no outono?
O casal deve dar o devido valor  ao sexo no casamento. Não pode ser mais e nem menos. O sexo não é tudo no casamento, mas tudo pode ser afetado quando não há realização sexual. Uma pergunta muito comum entre os casais: quando é que o sexo acaba no casamento? Essa pergunta merece algumas respostas:
1)         Quando os dois não procuram desenvolver a intimidade com base no que cada um tem de melhor para oferecer;
2)         Quando a familiaridade que pode gerar o desrespeito leva o casal a viver uma vida de agressões sutis que esmaga a alma, minando assim o desejo para os encontros sexuais. Quem é que se realiza sexualmente no casamento, se a alma está sendo esmagada pelo outro?
3)         Quando há falta de criatividade do casal. Isso tem a ver com lugar, posições, forma, ambiente etc. Tudo dentro dos limites do bom senso e das Escrituras Sagradas. A rotina rouba a glória do ato sexual. Tudo o que é feito do mesmo jeito todos os dias perde a graça;
4)    Quando não se dá a importância devida à prática do ATO CONJUGAL com qualidade.  Com razão, alguém disse: "Depois que um casal aprende a 'fazer amor', nunca mais se contenta em apenas fazer sexo". O grande problema é que muitos estão fazendo apenas "sexo", e não "amor". Fazer amor é uma arte que deve ser aprendida e praticada para que os dois, a cada encontro, ganhem mais habilidade e se  realizem mutuamente. 
5)         Quando há um problema de saúde e, por causa do preconceito, medo, machismo ou qualquer outro motivo, o cônjuge não procura ajuda médica, prefere ir empurrando com a "barriga" uma vida conjugal infeliz;
6)         Deve o casal algumas vezes sair sozinho para namorar, ter mais privacidade para realizar até uma nova lua-de-mel. Você já ouviu alguém dizer: "Para mim não dá, jamais eu vou deixar os meus filhos com os outros". Quantos maridos ou esposas estão hoje frustrados(as) sexualmente por esse simples motivo?  O casal precisa ter de vez  em quando um tempo que seja só para os dois, e mais ninguém. Isso pode fazer toda a diferença no relacionamento.
         Finalmente, nunca deixe de incentivar sua relação "afetiva-sexual". Faça investimentos que resultem no crescimento da qualidade de vida na área sexual. Não se contente em apenas "fazer sexo". Busque "fazer amor". Lembre-se que o amor é paciente, benigno, educado, justo, verdadeiro e grato. Fazer amor é deixar que, na hora da intimidade mais profunda entre um homem e sua mulher, vaze, em forma de palavras, gestos, toques, suspiros e gemidos, o gozo que só é possível no encontro dos que se amam. Quem nunca experimentou isso dentro do casamento ainda não sabe o que é "fazer amor".

JESUS VEIO PARA RESGATAR O VALOR DA MULHER



Ser mulher
O nobre, naqueles anos, era a mulher se identificar com a frase: “Sou esposa e mãe.”

Tive dois impactos na minha vida em relação ao que é ser mulher. O primeiro se deu quando ainda morava na zona rural. Eu era pequena e já ouvia minha mãe dizer que menina não precisava ir à escola. Afinal, dizia ela, para quê aprender a ler e estudar se o papel da mulher resumia-se a ficar em casa cozinhando, lavando roupas e cuidando de crianças? Aquilo me marcou muito. Comecei a desconfiar que, pelo menos na ótica da minha mãe, era mais vantajoso ser homem. Mas, para minha felicidade, meu pai não pensava assim e decretou que seus filhos só sairiam da escola quando estivessem, ao menos, alfabetizados. Percebi, aliviada, que para ele meninos e meninas – e, por extensão, homens e mulheres – tinham o mesmo valor.
O segundo aconteceu muitos anos depois, na década de 1980. Já estava casada e com dois filhos, um menino e uma menina. Na época, os sermões em muitas igrejas giravam em torno da família e dos diversos papéis desempenhados no lar. Mas sempre que eu ouvia sobre as funções da mulher, sentia certo mal estar, cuja natureza não conseguia definir direito. Só percebia que era uma sensação de falta, mesmo tendo certeza de que, diante de Deus, a mulher é diferente do homem, mas não inferior. 
O nobre, naqueles anos, era a mulher se identificar com a frase: “Sou esposa e mãe.” Eu não via nada de errado naquilo, afinal eu era casada e tinha filhos. Mas sentia falta de alguma coisa. Um dia, enquanto via minha filha de 10 anos brincando no gramado de casa, o nó se desfez. Olhei para ela e falei com meus botões: “E se ela não se casar? Ou se, mesmo casada, não gerar filhos?” 
Naquela conversa entre eu e eu mesma, compreendi que realmente falta algo na identidade da mulher que vai além do estado civil e da capacidade biológica de gerar e criar filhos. Só que a sociedade está impregnada de mensagens desvalorizando e sugerindo que a mulher é inferior. Basta ver que a publicidade usa e abusa do corpo feminino e da sua sexualidade na divulgação de tudo quanto é produto. E muitas mulheres se submetem, muitas vezes inocentemente, a esta exploração sem se dar conta que estão cooperando com a humilhação, não apenas de si mesmas, mas de todo o gênero feminino. E o que dizer, então, das diversas situações degradantes a que as mulheres são submetidas em pleno século XXI? 
Paul Tournier, psiquiatra suíço que muito influenciou os cristãos brasileiros, defendeu a idéia de que a mulher tem o sentido de pessoa muito mais apurado que os homens. Naturalmente, elas se inclinam mais para as pessoas, enquanto os homens, em sua maioria, se devotam mais às coisas. Ele compreendia que, se a mulher cumprisse sua missão, a civilização poderia ser curada de sua frieza e da indiferença com que trata os desprotegidos e indefesos. Na percepção dele, a mulher já provou do que é capaz, mas tem se submetido aos critérios masculinos, mesmo nos espaços por ela conquistados. Isto é, mostrou sua capacidade – mas deixou de lado a parte específica da sua identidade e passou a imitar o homem. 
O valor da mulher é resgatado com o advento de Cristo. Deus se fez gente e dependeu de um útero para nascer neste mundo e de seios maternos que lhe dessem sustento. Em todo o ministério de Jesus, ele fez questão de aceitar e reconhecer o valor da participação da mulher. Ao longo de sua trajetória neste mundo, o Filho de Deus protagonizou vários episódios ao lado de mulheres. Ele curou uma mulher com hemorragia uterina, doença exclusiva do sexo feminino; ressuscitou uma menina; gastou tempo ensinando Maria de Betânia, que era solteira, mesmo que a lei judaica só permitisse o ensino para os homens; aceitou o presente e os gestos de gratidão da mulher tida por todos como prostituta; não julgou aquela que foi flagrada em adultério, e amorosamente ainda a convidou a uma mudança de vida; e não teve pudores em revelar-se como Messias à samaritana do poço, uma mulher discriminada não apenas por sua origem, mas também porque já estava em seu sexto relacionamento conjugal.
Diante do exemplo de Jesus, podemos reconhecer e acreditar no valor intrínseco da mulher pelo que ela tem de singular e único. Pelo potencial específico e inigualável que se expressa através da profissão, das habilidades artísticas, da atividade religiosa, do voluntariado e do envolvimento político – e também pelo seu desempenho no próprio lar, como companheira do homem e como mãe. E, embora a identidade da mulher não dependa exclusivamente do casamento ou da geração de filhos, é claro que a parceria conjugal e a maternidade podem acrescentar e enriquecer suas experiências de vida e contribuir para sua maturidade. Contudo, o valor da mulher pode e deve ser cultivado e desenvolvido independentemente de sua condição, pois ela, como todo ser humano, tem significado em si mesma como ser criado à imagem e semelhança de Deus.
O relato bíblico da Criação mostra que o Senhor delegou ao homem e à mulher a tarefa de cultivar e dominar a terra. Eu acho que, no plano divino, todas as decisões e atitudes humanas devem ser tomadas levando em consideração a ótica masculina e a feminina. Os dois gêneros precisam caminhar juntos – e aprender mutuamente. Os homens precisam considerar e dar espaço para a contribuição da mulher; e ela precisa apenas ser mulher!

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

QUANDO DEUS NÃO OUVE A ORAÇÃO DO MARIDO


Será que Deus está ouvindo a todos os maridos que oram?

Para o marido cristão essa é uma das perguntas que deve ser respondida antes 
de qualquer oração.
Será que a oração do Pastor está sendo ouvida?
Será que a oração dos diáconos, dos irmãos, estão sendo ouvidas? Depende. Elas serão ouvidas se eles estiverem dando um tratamento digno para suas esposas, conforme IPe 3.7 , onde o recado de Deus para os maridos é : "Maridos, vós, igualmente, vivei a vida comum do lar, com discernimento; e, tendo consideração para com a vossa mulher como parte mais frágil, tratai-a com dignidade, porque sois, juntamente, herdeiros da mesma graça de vida, para que não se interrompam as vossas orações."
Vamos analisar o texto:
1- Você marido, vive a vida comum do lar? É marido presente, um pai amoroso e disciplinador? Você é o herói e discipulador de seus filhos?Você transmite segurança para a sua mulher? Ela se sente protegida? Você protege as emoções dela, ou provoca ciúmes , fala que vai embora quando nos conflitos?
2-Supre as necessidades de sua esposa, não só as materiais, mas as emocionais e fisiológicas? Respeita os seu temores e traumas?
3-Protege ela em todos os sentidos, você é o guardião de sua esposa?
4-Quem é o confidente de sua esposa? Onde ela desabafa seus anseios, mágoas,tristezas, expectativas e assim por diante?Quem é o melhor amigo(a) dela? A irmã da igreja? Um amigo(a) de trabalho ou Você?
5-Você é sensível as necessidades dela? Você considera ela como sendo a parte mais frágil nesse relacionamento? Não a mais frágil na sabedoria, competência, mas na sua condição física e emocional.
6-Você a elogia, a abraça, a trata com bondade e cavalheirismo?
7-Você fala bem ou fala mal da sua esposa para os amigos?
8-Você a honra ou a ridiculariza na presença de estranhos? Você a diminui ou você a exalta?
9-Você valoriza os seu pontos positivos ou vive jogando na cara dela os seu pontos negativos que porventura existam?
10-Você já assumiu a posição de sacerdote do lar ou você é mais um Adão que se omite nas questões espirituais e deixa a serpente bater papo com sua esposa?

UM CASAMENTO A PROVA DE INFIDELIDADE


Um casamento para ser um bom casamento, precisa ser duradouro e com satisfação.Um casamento duradouro mas sem satisfação é uma porta aberta para a infidelidade e às vezes os cristãos acham que porque o seu cônjuge é cristão então está tudo resolvido, não há PERIGO. Olha, eu como marido posso até ser negligente com algumas coisas da minha vida, porém , nunca posso ser negligente com o meu cônjuge. O salmista diz: "Olha bem o estado das tuas ovelhas". O relacionamento marido-mulher é o relacionamento principal de uma família (se bem que alguns pensam que são os filhos, outros que é o trabalho) mas não, o relacionamento principal da família é o do casal. Se o pai e mãe estão bem, os filhos estarão bem.Alguém escreveu que dentro de nós existe uma conta bancária aberta em nome das pessoas que comigo se relacionam, todas, mesmas as que se relacionarem por um só instante, aquelas que estão de passagem pela nossa vida.

uma conta bancária no coração do cônjuge:

O marido diariamente movimenta a conta bancária existente no coração da esposa e vice e versa.
Ele pode realizar saques ou depósitos, de tal forma que a conta pode estar no azul ou no vermelho , depende dos depósitos e dos saques.

Os depósitos 

São as palavras e gestos que geram algo bom dentro do coração do outro; de repente um elogio, um presente, um telefonema durante uma viagem, uma frase: "estava com saudade de você", ou "Você me faz falta", "Puxa vida, como é bom ter você aqui",ou um carinho, um abraço, um beijo, ou ainda um tempo junto, um passeio de mãos dadas na praça perto de casa, coisas assim, grandes ou pequenas.Sabe queridos, todos nós temos a necessidade de sermos aceito,reconhecidos, respeitados e até mesmo admirados, não adorados, mas queridos por aqueles que estão ao nosso redor.E toda vez que somos honrados por alguém, esse alguém fez um depósito no nosso coração naquela conta que ele já tinha ou que abriu naquele instante e ali vai se acumulando. A conta vai ficando "gorda", o relacionamento é o melhor possível , há reciprocidade, há amizade, há crescimento emocional, social e até mesmo espiritual.Aliás, todo bom relacionamento, só é bom se ele trouxer crescimento.

Os saques ou retiradas>

Ao contrário dos depósitos, os saques são aquelas palavras impensadas, aquelas que nunca deveriam ter saído de nossos lábios, são expressões carregadas de agressividades, que detroem, desestimulam e diminuem. As vezes até mesmo o silêncio pode ser uma forma de saque.Quando não os gestos, as atitudes, os comportamentos impróprios, os vícios.

"O bico de Pão" Ilustração.

Perguntaram a um velho casal, que tinha 65 anos de casados, como foi que chegaram até ali naquele relacionamento, no que ele respondeu: "Sabe aquele bico do pão, ele é a parte que eu mais gosto do pão, e toda manhã eu dou para ela".Da mesma maneira perguntaram a mulher e ela respondeu: " Sabe aquele pedaço do pão, o "Bico"? Então, aquele é o pedaço que eu menos gosto do pão"

Antes de continuar gostaria de perguntar, como anda a sua conta bancária no coração de sua esposa? Você tem feito mais depósitos ou mais saques? a sua esposa tem se sentido amada? Qual foi a última vez que você deixou claro que ainda a ama, apesar de tantos anos juntos?. E você mulher, como anda o seu marido? Tem sido por você honrado, respeitado, reconhecido?

Pois bem, vamos para o lado prático da coisa.
Um marido faz regularmente depósito no coração da esposa, elogio, um carinho, um gesto de cavalheirismo abrindo a porta do carro , puxando a cadeira no restaurante para ela sentar; andando de mãos dadas, deixando ela falar e dando-lhe ouvidos, mas de vez em quando ele faz um saque, dá uma bronca, discute, em fim, faz um saque. No entanto como houve muitos depósitos a conta está continua no azul.Porém, as coisas começam a piorar, o strees, a falta de tempo, a crise financeira, tudo isso acaba inibindo os depósitos que antes eram tão regulares e para piorar a situação ele começa a agredí-la emocionalmente e assim vai sacando tudo o que tinha de bom no coração dela.Como diz alguém, o amor está no período do inverno.
Agora ela está no vermelho com relação a sua conta bancária do marido no seu coração e aí ela chega no trabalho e alguém do sexo masculino lhe diz , "Puxa seus cabelos estão lindos!!". Aquela frase é sincera e isenta de maldade, mesmo porque é um bom rapaz, sem maldade, casado e se conhecem a muito, mas faz um estrondo no coração dela, e ela pensa: "Ele notou os meus cabelos, o meu marido...".E aí surge uma oportunidade e lá está o rapaz de novo,se apresentando para ajudar em algo em que ela esta tendo dificuldade, veja bem, mais um depósito no coração dela e assim vai, uma gentiliza aqui, um elogio ali, um reconhecimento, um parabéns. Preste atenção, um coração no vermelho é um coração aberto. Chega a um ponto em que começa haver uma correspondência de gentilizas por parte dela e assim eles passam o dia fazendo depósitos no coração um do outro. Note que nenhum dos dois está com malícia, porém, para azar do marido, aquele rapaz também está no vermelho com relação a sua companheira , portanto está com as suas necessidade emocionais não satisfeitas, as coisas não andam bem. O campo está preparado, o clima está criado, só falta então a oportunidade e essa o diabo é mestre em providenciar, um encontro casual, um lugar, uma festa... e aconteceu.

Existe dentro de cada um de nós um "Tanque emocional" ou "Tanque de amor" ainda, uma conta bancária e não pode estar no vermelho, nunca, mesmo durante as crises, os estresses, as doenças, não importa, deposite no coração do outro.

Quem está com o tanque emocional cheio vai mais longe, ou como diz Josué Gonçalves, um dos grandes pregadores sobre família: "Quem tem um Vectra na garagem, não procura fusquinha na rua".
Pr Ismael e Pra Cleire.

Jogador Kaká e esposa Caroline Celico voltam para a igreja.



Segundo o site Gospel Mais, o casal Kaká e Caroline Celico voltaram a participar de uma denominação evangélica. Eles estariam frequentando a Igreja Salém em Madri. Essa notícia é na verdade uma grande notícia. Nós que valorizamos a família e o casamento, os víamos como um referencial positivo, e  nos enchia de alegria vê-los falando ao mundo sobre o seu amor a Cristo e também à igreja do Senhor. E quando eles se afastaram, inclusive com declarações dela de que não era mais evangélica, mas sim cristã, o fazia com muita frustração e deixava no ar a ideia de que ser evangélico era algo maligno.  Esperamos que a notícia se confirme porque eles são amados pelo povo de Deus.Que eles continuem a saquear o inferno e povoar o céu com suas vidas e seu trabalho na seara do Senhor, e sendo um referencial de amor conjugal.
http://casadosemcristo.blogspot.com.br

Olhe bem para o estado de tuas ovelhas ( esposa e filhos)



Pv 27:23

"Procura conhecer o estado das tuas ovelhas; põe o teu coração sobre os teus rebanhos..."

Estamos vendo lares que aparentemente são estruturados e o casal vive bem, mas que é só aparência. Sem querer ser agressivo, mas alguns lares se apresentam como sepulcros caiados, que causam uma boa impressão para quem olha de fora, mas que por dentro está mal cheiroso. 
E não é de lares onde a presença de Jesus é tratado com indiferença, não!! Estou falando de lares que professam a fé em Cristo. Lares onde o relacionamento com Deus se apresenta como sendo muito bom, gente de Deus, mas que o relacionamento entre o casal vai de mal a pior.E também com os filhos.
Olha, os maridos cristãos tem que acordar para uma grande verdade: a igreja é importante, o trabalho também, mas se formos negligentes com o nosso relacionamento conjugal, estamos sujeitos a infelicidade, angústias e dores sem fim. Isso, sem se falar na possibilidade de ver o adultério bater à porta. Durante o dia de hoje, atendemos uma sequência de casos de famílias cristãs onde a negligencia está levando o casal a um distanciamento muito grande, com a intimidade sendo relegada a segundo plano. Os homens desses lares cristãos, estão se consumindo com seus muitos afazeres, buscando consolidar as metas alcançadas, querendo a todo custo manter o status em que chegou e se possível alçar novos vôos. Mas não tem consultado as esposas para saber o que elas estão achando disso tudo. Estão olhando tanto para frente que se esqueceram de dar , pelo menos, uma olhadinha do lado. Estão cegos pela necessidade de melhorar a vida, de fazer crescer o patrimônio, ou de lutar para se manter , que não tem tempo para saborear a vida a dois. Nós homens, temos nos esquecidos que as mulheres precisam de relacionamentos, isso é uma necessidade, e elas buscarão suprir essa carência,ainda que, äs vezes, seja num relacionamento maligno.Pedro, I Pe 3, recomenda a nós homens que vivamos a vida comum do lar, tratando nossa esposa como a parte mais frágil do relacionamento, e que precisa de nossa compreensão, carinho, e ternura. Uma mulher é capaz de compartilhar uma vida simples, sem luxo, sem riquezas, mas vivida com amor, com um relacionamento gostoso com seu marido e assim ela pode, mesmo no pouco, ser muito feliz. Ela fala bem do marido, se satisfaz com o arroz e feijão,sabe esperar dias melhores, mas quer um marido presente, e quando é assim , não tem disposição para a traíção. Mas por outro lado, uma mulher pode ter tudo de bom, carro novo, casa nova, um marido bonito, mas se não estiver sendo bem cuidada nas suas emoções, em algum momento isso irá se revelar com surpresas nada agradáveis. E os homens também não são muito diferentes. Eles também precisam de alegria no lar.Paulo escrevendo a Timóteo diz que quem não cuida bem dos de sua casa, de sua família, é alguém que tem negado a fé, e é pior do que o incrédulo.Pensamos que este texto está falando de não brigar, não deixar passar fome, coisas assim. Entretando, o ser humano precisa ser bem cuidado numa maneira integral, nas suas necessidades fisiológicos, emocionais e relacionais. Todos precisamos, mais do que ter algo do que se vangloriar, precisamos de um motivo para ser, ser feliz, ser alegre, amado, protegido nas nossas emoções. Isso é o que vale a pena. Quando meu pai faleceu, nós ficamos numa miséria de dar dó. Nossa mãe, e os quatro filhos, todos ainda crianças, fomos morar num lugar que servia de galinheiro e foi melhorado para a gente habitar ali, era o que tínhamos. Porém , naquela pobreza, não faltava carinho, amor, amigos, e sempre alguém trazia algo para nos ajudar. Nossa casa vivia cheia de gente. Havia alegria, mesmo sem nada ter. Então aprendi que não preciso de boas coisas para ser feliz, preciso de bons relacionamentos. Acredito que tem muito crente, pensando estar cheio do Espírito, estão na verdade negando a fé e se comportando de uma maneira pior do que o ateu.Isso porque não estão pastoreando o coração da esposa e nem tampouco dos filhos. Eu não quero alongar este texto, na esperança que muitos leiam, mas quero finaliza-lo deixando um recado, como alguém que sabe o que está falando: "Olhe bem para o estado de suas ovelhas"...enquanto é tempo.
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