segunda-feira, 21 de março de 2016

COMO LUTAR PELO SEU CASAMENTO


Há uma considerável lista de fatores que contribuem para os problemas conjugais, que vão desde dificuldades financeiras até a incompatibilidade de gênios. Entretanto, o que será considerado aqui é a formação de apego afetivo.

Desde bem pequenos os seres humanos têm a necessidade de cuidados por parte de outrem. Durante o período de formação da personalidade existem algumas circunstâncias fundamentais a serem desenvolvidas. O vínculo afetivo é um elemento primordial nesta categoria. Ele é básico. Do latim, vinculum: atadura, laço, aquilo que une.

Estudos conceituam o vínculo afetivo como sendo fundamental para as relações humanas. Alguns psicólogos acreditam que deve ocorrer algum relacionamento logo no início da vida da criança se quiser que ela forme, mais tarde, vínculos significativos.

O que tem se tornado presente durante a estruturação da personalidade infantil são os contatos superficiais, cuja preocupação localiza-se em prover a criança com alimentos, moradia e escola. Todavia, são insuficientes. E, ainda, muitas mudanças geográficas e/ou trocas constantes de cuidadores dificultam a formação do vínculo.

Posteriormente, na vida adulta, muitos obstáculos nas relações humanas relacionam-se a esta precariedade de vínculo. As pessoas não conseguem perceber este tipo de deficiência em seus relacionamentos. Focalizam os problemas em outras questões, ou ainda, preferem nem tocar no assunto. Há casos em que ignoram a possibilidade de lançar mão de uma psicoterapia.

Entretanto, perde-se a chance de resolver na causa os efeitos de uma convivência difícil.
Nestes casos, especificamente, onde houve uma deficiência na formação de vínculo na infância e as decorrências comprometem os relacionamentos subseqüentes, daremos o nome de Síndrome do Comportamento de Hospedagem ou SCH.

No relacionamento de um casal onde há a presença da SCH, quando entra na rotina da convivência, faz surgir um novo tipo de comportamento. A pessoa age, inconscientemente, de forma semelhante a um hóspede dentro de sua casa. Realiza as suas atividades comuns. No entanto, a sua forma de ser apresenta frieza, ocasionada pelo distanciamento.

Aos poucos, vai agindo como se estivesse hospedada na casa, cumprindo com alguns papéis pertinentes, todavia, trata as questões, antes parcimoniosas, de forma independente.

Deixa as responsabilidades, sobretudo as domésticas, para o outro cuidar. Onde havia uma atmosfera de cordialidade e doçura, passa a existir um espectro de isolamento e pesar. O outro vai percebendo esta diferença e acaba por se sentir, pouco a pouco, só. A sensação deste isolamento origina-se na forma pela qual a ausência do vínculo se manifesta nesta relação.

As discussões passam a existir com uma freqüência crescente. Os conflitos podem surgir e avoluma-se no processo bola-de-neve. A pouca consciência a respeito da SCH provoca a discórdia entre o casal, atingindo quem estiver por perto nesta convivência, via de regra, os filhos. Lembranças e cobranças de como a vida conjugal era boa anteriormente são lançadas no calor das discussões. Isto faz aquecer ainda mais o desentendimento. Esta é uma situação estressante para o casal, podendo levar os seus envolvidos à depressão e outros males, além da separação.

Este comportamento reflete o quanto o seu portador, inconscientemente, procura manter distância afetiva do outro para que não haja envolvimento.

Por se tratar de uma síndrome enraizada na formação vincular faz-se necessária uma avaliação psicológica. Além de indicar tratamento através de profissional especializado nas relações familiares, objetivando as mudanças terapêuticas necessárias.

Não raro, crê-se que a síndrome nasceu dentro do relacionamento. Todavia, ela foi desencadeada, apenas, durante o convívio. A pessoa não enxerga o problema já antigo. É possível comparar relações anteriores a atual e sentir que há algo semelhante nelas.

Contudo, é insuficiente para aceitar a síndrome e o seu tratamento. O jogo de culpa é apenas um instrumento para se defender, na tentativa de diminuir as péssimas sensações diárias. De nada adianta. Só aproxima o casal da separação. Separar, por sua vez, traz de volta o estado de isolamento requerido pela síndrome.

Buscar ajuda especializada é o remédio para este mal. Crer numa solução de poucos recursos como o esperar o tempo como agente de mudanças é dar oportunidade para que se instale a piora da SCH. Uma boa avaliação psicológica pode dar novos rumos às vidas das pessoas que pretendem o convívio.

Dialogar, e, entenda-se bem, conversar com o coração aberto, oferece uma primeira abertura para se compreender a vida do casal. Dar o primeiro passo pode modificar aquilo que já era considerado algo inevitável, como a separação. Há uma necessidade de crescimento por parte das pessoas envolvidas. O grau de maturidade determinará o quanto se quer conviver bem. Ambas as partes devem estar dispostas e comprometidas em participar deste processo, apoiando-se.

Cuidar da questão, alterando o comportamento de hospedagem para o de comprometimento afetivo em conjunto permite existir a unidade fundamental das relações conjugais: a dependência equilibrada e necessária do vínculo. Vale a pena lutar com vontade, ajuda e conhecimento.


Armando Correa de Siqueira
caminhandojuntos.com

terça-feira, 15 de março de 2016

COMO FAZER O CASAMENTO DA CERTO.


O casamento não é um objeto a ser aceito ou uma idéia a ser admirada, é uma instituição social prática designada por Deus para satisfazer certas necessidades humanas criadas. É uma provisão de Deus, dada para abençoar e satisfazer as necessidades de suas criaturas.
Mas, se este é verdadeiramente o caso, como podemos explicar a tragédia vivente, respirando, que a maioria dos casamentos tem se tornado em nosso mundo atual. Não será por apontar para a complexidade de nosso ambiente social e econômico. O segredo de nossos fracassos no casamento não se acha em nenhum lugar fora de nossos corações e as escolhas que cada um de nós fez. Isto parece diminuir as perspectivas de melhora? Deveria fazer exatamente o oposto.
Nossa capacidade de alterar nossas circunstâncias é muito limitada, mas temos absoluto domínio sobre nossas atitudes. Podemos não ser capazes de mudar nosso ambiente, mas podemos certamente mudar nossos valores.
Há milhões de casais unidos no mundo de hoje que estão cheios de mágoa, raiva e desespero, e que não vêem solução para sua miséria além dos tribunais de divórcio. A experiência me ensina que há casamentos entre cristãos que são caracterizados por um sentimento excruciante de desesperada resignação a uma relação que não dá alegria ou bênção. A aparente infindável demanda por mais livros sobre casamento revela que uma porção desses casais infelizes, na igreja e fora dela, está procurando auxílio antes que escape. A resposta de Deus é que não há somente esperança, há absoluta esperança.
O problema do casamento em nossos tempos é um problema de pecado. Isso pode soar como simplista, mas o casamento é uma relação humana, e não há nada que possa devastar uma relação humana como o pecado. No coração do pecado está a preocupação consigo mesmo, e no coração de cada relação humana cálida, amorosa e profunda está a preocupação pelo outro. O casamento, como todos os laços sociais, não pode florescer enquanto os participantes não encontrarem um amor mais alto do que aquele que eles usualmente aspiram. O que os parceiros de casamento necessitam de modo a amar um ao outro é amar a Deus. E, se temos de amar a Deus verdadeiramente, teremos que nos arrepender de uma porção de rebelião, orgulho e egoísmo (Lucas 15:18). E como podemos amar a Deus se não amamos como ele ama, graciosamente, pacientemente, sempre preocupado com o que o amado necessita antes que com o que ele merece? Este tipo de amor não é um sentimento do coração, que vem espontâneo e não buscado, mas uma resolução moral pela qual uma pessoa determina fazer o bem a outros não importa o que eles mereçam ou como se comportam conosco.
O maior manual de casamento que jamais existiu é a Bíblia, não porque ela trate exclusivamente desse assunto, mas porque ela fala às necessidades dos homens pecadores e às perversas atitudes que têm destruído nossa relação com Deus e poluído nossas relações com outros, incluindo, mais tragicamente, nossos próprios parceiros no casamento. Se quisermos aproximarmo-nos de nossos esposos e esposas, então aproximemo-nos de Deus.
Os casamentos estão fracassando porque os indivíduos que estão neles estão fracassando em ser como Cristo em atitude, e que quando essas atitudes são mudadas, há muita razão para acreditar que podemos construir uma relação segura, amorosa, e maravilhosamente compensadora em nossos casamentos.
Mas, objeta-se, meu companheiro e eu perdemos toda a afeição e desejo de um pelo outro. Como se pode reacender um casamento que está morto? O amor dedicado tem o poder de fazer amigos de inimigos e amantes de estranhos (Gênesis 24:64-67). Mas, diz outro, eu sou o único que se preocupa; como pode uma pessoa reconstruir uma relação destroçada? É estranho que cristãos façam tal pergunta. Nós certamente não nos preocupamos quando Jesus continuou pacientemente amando-nos, entregando sua própria vida por amor de nós. O Senhor, obviamente, não teve sucesso com todos, mas ele teve sucesso conosco; talvez ele possa ter sucesso com nossos companheiros (conselheiros de casamento dizem que sim). Como saberemos a menos que tentemos?
O casamento dará certo maravilhosamente quando decidirmos ser o tipo de pessoa que Deus quer que sejamos. Então poderemos ter tudo isto, e o céu também.

 Paul Earnhart

COMO PERDOAR ALGUEM DA FAMILIA


Sempre sonhamos em ter uma família perfeita. Não demorou muito (foi na nossa lua de mel) para descobrir que não seríamos aquela família. Apesar dos sonhos encantados de muitos noivos, a família perfeita não existe, e nunca existiu.

Então devemos desistir da família?  Não. Talvez não seja possível ter uma família perfeita, mas podemos ser uma família que sabe perdoar uns aos outros, e estender essa esperança do perdão às pessoas ao nosso redor.

O perdão é a chave para se ter uma família feliz. Sem o perdão, ressentimentos e ira ficam submersos debaixo da superfície do lar.  Assim como o iceberg que naufragou o Titanic, mais cedo ou mais tarde essas mágoas afundam a família. Temos que aprender a perdoar, através da experiência de sermos perdoados. 

Deus nos ensina a perdoar por meio do perdão que nos oferece em Cristo Jesus. Como recebemos esse perdão?  Há alguns passos simples e básicos, mas essenciais, claramente traçados na Palavra de Deus:

1) Reconhecer sua necessidade de perdão. O padrão de Deus é alto. A Bíblia nos diz, “Sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste” (Mt 5:48). Infelizmente, “todos pecaram, e carecem da glória de Deus” (Rm 3:23). Pecar significa errar o alvo.  Todos nós erramos o alvo de perfeição estabelecido por Deus.  Quebramos a lei de Deus. Somos culpados. 

2) Reconhecer que está perdido sem o perdão de Deus. Deus também diz, “O salário do pecado é a morte ... “ (Rm 6:23). Infelizmente, muitas pessoas hoje estão mais preocupadas com paz, prosperidade e poder do que com o perdão dos seus pecados. São como passageiros de um navio descendo até o fundo do mar, preocupados em resgatar roupas, cosméticos e joias em vez de clamar por um salva-vidas!  Sem o perdão de Deus estamos perdidos, destinados à morte eterna.

3) Somente através do sacrifício de Jesus é que somos perdoados por Deus: “Aquele (Jesus) que não conheceu pecado, ele (Deus) o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus (2 Co 5:21). “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3:16). “Não há condenação para aquele que está em Cristo Jesus” (Rm 8.1). Jesus sofreu o castigo de uma separação infinitamente dolorosa do Seu Pai, para que nós não tivéssemos que sofrer uma separação eterna dEle.

4) A ressurreição de Jesus concede nova vida. A morte não pôde segurar o Filho de Deus! Sua ressurreição prova de uma vez por todas que nossos pecados realmente foram perdoados: “Cristo morreu pelos nossos pecados ... e ressuscitou” (1 Co 15:3,4). “Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim ... vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim” (Gl 2:20).

5) Somente quando confiamos exclusivamente em Cristo é que recebemos o perdão dos pecados.  “Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé ... não por obras” (Ef 2:8,9). “Crê no Senhor Jesus, e serás salvo” (At 16:31). “Todo o que nele crê, não pereçe, mas tem a vida eterna” (Jo 3:16). Crer em Cristo significa lançar sobre ele todo o peso do seu pecado, e a sua esperança pelo perdão e um destino no céu; não somente acreditar que existe bote salva-vidas, mas entrar nele!

Todos que procuram salvar a si mesmos pelas suas boas obras são eternamente enganados. Deus não compartilha Sua glória com ninguém, e não permitirá que pecadores arrogantes se vangloriem no céu como se a salvação fosse obra deles, ou algo que compraram pelas suas esmolas.  Imagine se um pai assistiu a morte de seu único filho depois de salvar inúmeras pessoas de um incêndio, só para ter os sobreviventes oferecerem R$5 em compensação, enquanto falam de como poderiam ter saído das chamas sem ajuda!

“Crer” envolve mais que “afirmar” ou “reconhecer.” Quem vê a si mesmo como pecador perdido merecedor do inferno, carente do perdão divino, deve se revoltar contra seu pecado e se voltar a Deus para ser salvo por Cristo.  Este é o arrependimento bíblico. Cristo promete recebê-lo e abençoá-lo com vida eterna:  “Quem ouve a minha Palavra e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna e não será condenado, mas já passou da morte para a vida” (Jo 5:24).

O que você faz com seu pecado determinará seu destino eterno! Há somente duas opções: abraçar o perdão oferecido pela obra de Jesus em sua morte e ressurreição como pagamento da pena do seu crime, ou pagar, você mesmo, o castigo de uma eternidade separado do Criador que tanto deseja ter comunhão com Suas criaturas. Não se paga pelo mesmo crime duas vezes; ou aceito o pagamento que Jesus fez quando declarou na cruz “Está pago”; ou pago eu mesmo.

E a família?  Quem recebe o “dom gratuito” de perdão por meio de Cristo, ganha condições de viver em família como perdoado e perdoador: “Sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus em Cristo vos perdoou” (Ef 5:32).

Não significa que, de repente, sua família ficará perfeita.  Perfeita, não!  Perdoada, sim.  E capaz de perdoar uns aos outros.

Quem nunca sondou as profundezas da sujeira do seu próprio coração; quem nunca se viu como miserável pecador; quem nunca experimentou o perdão total em Cristo Jesus, não será capaz de perdoar os outros.  Será um juiz, intolerante, implacável, arrogante e orgulhoso.  Mas aquele que vive como perdoado será capaz de estender, pelo Espírito de Deus, perdão aos que convivem com ele.

Viver em família e criar filhos nestes dias exige coragem, sim.  Mas podemos contar com a graça de Jesus, que nos capacita para amar e perdoar.


Autor: Pastor Davi Merkh
caminhandojuntos.com

sábado, 12 de março de 2016

É possível entender as mulheres?


Poderíamos aplicar essa frase que um amigo muito utilizou, para nossa pergunta a respeito de se entender as mulheres: Se algum homem pensa que é fácil de se entender as mulheres, é porque ele não leu direito o Manual de Instruções...(Se é que existe algum).
Eu me lembro também de uma imagem, que circula nas redes sociais, onde se mostra de forma divertida a diferença entre os homens e as mulheres: o homem é mostrado como uma caixa com um só botão de liga/desliga. A mulher é mostrada como uma caixa com mil botões, travas e outros mil dispositivos.
Brincadeiras à parte, tentemos analisar se é possível entender as mulheres.
  • A mulher é muito diferente do homem (felizmente)

    Ainda bem que a mulher é diferente dos homens, e somos muito gratos por isso. Penso que se fossem os homens que tivessem de dar à luz, já estaríamos extintos há muito tempo, e não teríamos a população de mais de 7 bilhões que temos atualmente no mundo.
    Essa é uma diferença muito grande: a menina já se prepara desde muito cedo para ser uma mãe e esposa, brincando com seus bebês e móveis de plástico, enquanto os meninos da mesma idade que elas ainda estão encantados com seus videogames, futebol e cuidando de seus muitos outros "sérios assuntos existenciais"...
    Essa, então, é a primeira coisa a ser lembrada: além de ser mais romântica, mais sensível e mais detalhista que o homem, normalmente, toda mulher tem mais órgãos (toda a sua complexa parte reprodutora) que o homem. Claro que o homem contribui muito para a reprodução, mas para o homem isso é uma coisa muito mais agradável do que uma gravidez de 38 semanas, com dores nas costas, e as outras tantas apreensões e desafios que uma mulher passa quando está em gestação. E quando vêm gêmeos ou até quíntuplos ou sêxtuplos? Nem é bom pensar...
  • Muitos homens "pensam" que conhecem suas companheiras

    Quantas vezes eu mesmo não me surpreendi com coisas que eu jamais pensei que fossem acontecer, e quantas vezes vi amigos e parentes atônitos, quando suas esposas lhes surpreendem com atitudes totalmente inesperadas para nós, homens?
    Quantos homens eu já vi sendo totalmente surpreendidos com pedidos de divórcio por suas esposas, enquanto eles pensavam ser os donos da verdade e as últimas bolachas do pacote? Claro que os divórcios não podem ser generalizados, e cada caso é um caso, mas ultimamente temos visto muitos pedidos de divórcio por parte das mulheres.
  • Tentando o impossível

    Muitos homens e mulheres, ao longo de toda a história humana, têm achado impossível se compreender as mulheres. Talvez seja mesmo impossível compreender todasas mulheres, mas talvez você consiga entender pelo menos a sua companheira, se você tentar com sincero desejo e amor.
    Diálogos, empatia, estudo de psicologia (de forma autodidata), são ferramentas indispensáveis se você quer realmente entender sua companheira.
    Também ajudará muito se você lembrar que as mulheres buscam nos homens segurança, proteção e precisam sentir toda confiança em seu parceiro.
    E se não conseguir ser um verdadeiro amigo e confidente de sua companheira, ela dificilmente se abrirá com você. E conseguir tal confiança não é coisa que se consegue de um dia para outro.
    Baseando-me no meu caso, posso afirmar que eu e minha esposa nos tornamos verdadeiramente amigos e confidentes somente depois de muitos anos de casados, depois de muitos desafios vencidos juntos, muito diálogo e muita tentativa de compreensão um do outro.
    Hoje além de termos um relacionamento normal de marido e esposa, posso dizer que somos verdadeiros amigos e confidentes.
    É possível, então, se entender as mulheres?
    entender todas as mulheres, mas penso que estou conseguindo entender, pelo menos um pouco, a minha.

10 atitudes que demonstram que você é feliz no casamento


Agora que você se casou com a pessoa que ama, fazer esta união feliz exige dedicação e esforço, não é mesmo? É assim com todas as pessoas casadas.
Quer saber se você é feliz no seu casamento? Aqui estão 10 atitudes que podem ajudar você a verificar isso.
1. Abrace seu cônjuge no final do dia
Em meio aos afazeres do dia a dia, casa, trabalho, filhos, é difícil parar e dar atenção ou carinho ao cônjuge. Porém um abraço, um beijo, um sorriso não leva tanto tempo assim, e faz toda a diferença naquele dia. Já pensou nisso? A escritora Andrea Syrtash aconselhou, "pare o que quer que esteja fazendo e cumprimentem-se quando se virem depois de um longo dia. Pode ser por 5 segundos, mas você manda a mensagem que seu cônjuge é prioridade em sua vida."
2. Construam o espírito de equipe
A escritora e PhD Tina Tessina disse que "o elemento mais importante de construir um relacionamento é o trabalho em equipe. Se vocês brincarem de cabo de guerra um com o outro vocês não irão chegar a lugar algum. Mas como companheiros vocês podem conseguir qualquer coisa." Reforce os laços do seu relacionamento trabalhando como uma equipe para a felicidade do casal.
3. Trate seu cônjuge como uma criança
Isso não significa que você precisa ser mãe dele. Não. Quem explica bem isso é Harriet Lerner, PhD e autora do livro Marriage Rules, afirmando que o mesmo que acontece com uma criança, acontece com seu marido. Ela diz, "para uma criança não é suficiente dizer Eu te amo ou Você é a melhor, é preciso ser específico e focar na tarefa realizada dizendo Você fez um bom trabalho colocando a mesa. A mesma lógica se aplica ao seu marido – elogios claros e específicos trazem melhores resultados que meros tapinhas nas costas. Falar de maneira específica aquece as coisas e deixa claro ao seu cônjuge porque você realmente o admira, reforçando a sua conexão."
4. Mantenha a chama do amor acesa
Quando a chama do amor dos primeiros dias em um relacionamento passa e estamos atarefados, fica difícil arrumar tempo para namorar. É preciso dar importância e achar tempo para o namoro.
5. Ponha seus valores à mostra
É comum o casal, depois de anos de vida conjugal, esquecer porque estão juntos, porque disseram "Aceito" e o que desejavam para a vida a dois. Fazer um lembrete desses desejos e valores e colocar em algum lugar da casa para que vejam os ajuda a focar no que é importante e para que estão juntos.
6. Não se desespere se, às vezes, vocês não se conectam
A comunicação respeitosa é fundamental para a felicidade no casamento. Nem sempre você vai ter o resultado de que gostaria. O importante é sentir que foi ouvido e sua perspectiva foi valorizada. Andrea Syrtash falou que "nem sempre vocês vão estar na mesma página. Parceria é compromisso. São necessários dois motoristas a fim de conduzir um relacionamento. Mas, algumas vezes, alguém precisa assumir a direção quando o outro não está forte o suficiente ou o problema é mais importante para um de vocês".
7. Simplifique as expectativas
Quem já não tentou conversar com um homem sem sucesso? Os homens não se expressam como as mulheres. Não é porque o marido não quer resolver o problema. Harriet Lerner diz, é que "ter uma longa conversa cara a cara parece uma ideia terrível para eles." A culpa pode ser do seu grande número de frases e a intensidade em sua voz. Simplifique. Não fale muito, diminua o ritmo e abaixe o tom, mesmo ao criticar.
8. Ataque o problema, não a pessoa
As discussões são saudáveis dependendo de como você as conduz. Ficar bravo nos leva a ser impulsivo e dizer coisas que nos arrependeremos. Para evitar brigas destrutivas foque no problema, não no caráter do seu marido.
9. Pare com a pressão emocional
A mulher quer saber o que está errado bem rápido para consertar, o marido não. Se ele estiver sob estresse, não pressione. Harriet Lerner diz, "se você tentar se aproximar deles, eles irão se distanciar mais. Eles se aproximam quando você dá espaço para respirar." Então, tenha paciência, deixe-o vir até você e se buscar seu apoio, não faça julgamentos. Ela continua, "muitos que valorizam as críticas no início do relacionamento, com o tempo se tornam intolerantes. Ninguém sobrevive a um casamento se sentir que está sendo mais julgado do que admirado."
10. Transforme as tarefas em favores
Se na sua casa as tarefas domésticas não são divididas igualmente, é melhor ser direta do que esperar a manifestação do marido que pode não acontecer. "Às vezes as mulheres deixam as coisas se manifestarem e nos tornamos passivo-agressivas. Os homens preferem uma aproximação mais direta, então simplesmente diga 'Aqui está o que precisa ser feito.'", diz Andrea Syrtash. Eles querem ser parte da solução, se precisarem de um empurrão ofereça uma recompensa. Por exemplo, se ele ajudar mais, vai ter mais carinhos e beijinhos – você vai ver uma reciprocidade.
Cada casal tem a sua maneira de ser e de manter o casamento feliz. Essas atitudes demonstram que tanto maridos e esposas podem ser felizes. Se alguma não está como você gostaria, comece agora a melhorar em cada uma e aproveite os resultados.

SUGESTÃO DE FILME : Quarto De Guerra


O livro, baseado no roteiro original de Alex Kendrick e Stephen Kendrick, conta a história de Tony e Elisabeth Jordan, um casal que parece ter tudo que alguém sempre sonhou, boa casa, bom emprego, bons filhos… mas na verdade tudo não passa de um fachada pronta a ruir, e a batalha por essa família começa no Quarto de Guerra, que é o quarto de oração de um senhora que tem muito a nos ensinar sobre o poder da oração, e vai ajudar essa família a viver essa realidade e desfrutar de uma nova vida em família, pela oração!

O LIVRO QUARTO DE GUERRA mostra como a oração é uma arma poderosa. O filme no qual o livro se baseia foi um sucesso nos Estados Unidos, onde chegou ao segundo lugar de bilheteria na semana de lançamento. Quem procura na internet encontra vários relatos de pessoas que tiveram experiências espirituais profundas depois ao ler o livro, que permanece há várias semanas bem posicionado na lista dos mais vendidos.

“Ela ficou ali por alguns instantes, com as lembranças inundando sua mente, depois fez a longa caminhada até o carro e ouviu vozes à distância. Um casal discutia a cerca de trinta metros de distância. Clara não conseguia ouvir as palavras, não sabia dizer sobre o que era a discussão, mas teve vontade de sacudi-los e apontar para os túmulos, e dizer-lhes que eles estavam lutando a batalha errada.” (O autor)

terça-feira, 8 de março de 2016

Para você!!!


Bem aventurada a mulher que cuida do próprio perfil interior e exterior, porque a harmonia da pessoa faz mais bela a convivência humana.

Bem aventurada a mulher que, ao lado do homem, exercita a própria insubstituível responsabilidade na família, na sociedade, na história e no universo inteiro.

Bem aventurada a mulher chamada a transmitir e a guardar a vida de maneira humilde e grande. 

Bem aventurada quando nela e ao redor dela acolhe faz crescer e protege a vida.

Bem aventurada a mulher que põe a inteligência, a sensibilidade e a cultura a serviço dela, onde ela venha a ser diminuída ou deturpada.

Bem aventurada a mulher que se empenha em promover um mundo mais justo e mais humano.

Bem aventurada a mulher que, em seu caminho, encontra Cristo: escuta-O, acolhe-O, segue-O, como tantas mulheres do evangelho, e se deixa iluminar por Ele na opção de vida.

Bem aventurada a mulher que, dia após dia, com pequenos gestos, com palavras e atenções que nascem do coração, traça sendas de esperança para a humanidade.

Uma mulher bonita, uma grande amiga, uma mãe maravilhosa, uma pessoa especial... Vocês são únicas! Sinto orgulho, de ter na minha vida. Feliz Dia da Mulher.

mensagenscomamor.com